Stereotypes and Labels

Caminhada costumeira pós almoço.  Duque de Loulé ao relantim, viras para a Fontes Pereira de Melo, continuas para o Saldanha, não viras na primeira, não viras na segunda, começas a descer a Casal Ribeiro, não existe nenhum café do Barbosa que ali é tudo fino, pausa para o melhor café ali da zona na Pastelaria Vitória. Mais uma volta mais uma viagem, menina bonita não paga mas também não anda. Começas a subir a Rua da Escola de Medicina Veterinária. Deparaste com uma sonoridade reconhecível. Lana Del Rey, “Summertime Sadness”. Vem de onde? vem de onde?

Daqui:

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São as obras da nova Sede da Policia Judiciária. Noventa milhões de euros mais I.V.A. Nesta fase apenas habitada por centenas de trolhas e artesãos similares. Daqui esperas sempre que possa ser audível no rádio a pilhas, toda a discografia do Quim Barreiros e do seu gosto por mamar nas tetas da sua cabritinha. Nunca o Summertime Sadness da cabrita da Lana. Estuguei o passo e fui à minha vidinha.

Nunca mais assumirás que conheces os gostos musicais dos outros. Nunca mais assumirás que conheces os gostos musicais dos outros. Nunca mais assumirás que conheces os gostos musicais dos outros. Nunca mais assumirás que conheces os gostos musicais dos outros. Nunca mais assumirás que conheces os gostos musicais dos outros. Nunca mais assumirás que conheces os gostos musicais dos outros.

 

Enchidos

Entre vir ao blog e escrever umas frases para encher chouriços, ou escrever muita palha, como é infelizmente a opção de demasiados blogues, aqui opta-se pelo estar calado. São praticamente todos, os dias que aqui venho e tento escrever qualquer coisa, mas toda a gente vê o estado do País como eu vejo, toda a gente olha para a janela e vê a temperatura a começar a subir novamente, toda a gente se compadece do infortúnio do estado do Oklahoma. Não precisam de ler aqui isso repetido à exaustão. Podia falar-vos da minha vida, que também a tenho, mas não me apetece. Ninguém precisa de saber que bati hoje de manhã com o dedo mindinho do pé direito na beira da cama, urrei de dor, declamei as cinquenta e sete caralhadas que conheço em segundos e choraminguei. Sim os homens também choramingam. Ainda que de dor. A unha está negra, não consigo calçar nenhuns botins, mas acabei por encontrar uns velhos que me permitem andar sem fazer demasiadas caretas.

Ninguém precisa de saber que passei pela exposição do Syfy na PT Bluestation recentemente e encontrei aquilo cheio de erros, e que me custa a acreditar como é que uma empresa de Media pode tolerar uma coisa destas:

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Se o George Martin visse isto, rolavam cabeças. No canal Syfy não, porque continuo a ver esses mesmos erros no Facebook deles. Tenho um grau de tolerância zero para estas merdinhas.

Fui comprar camisas aos saldos. Numa das 38 grandes superfícies desta Lisboa a que ainda me vou habituando encontrei  isto:

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Sorri e concordei. É relativamente fácil apaixonar-me pelas palavras de algumas bloggers. São poucas mas boas.

Atente-se que não disse ali em cima que este post não seria um “enche chouriços”, porque é. Serve apenas o propósito de relembrar aos vossos defuntos readers que ainda por aqui ando.

 

 

OST

É de certa forma curioso, que, tendo tido um passado ligado a ambientes sonoros pesados, já tenha decidido que a música que irá tocar na minha cremação Viking, seja a Towers de Bon Iver. Confusos? Eu ainda estou mais. Em primeiro lugar porque ainda não sei como hei-de conseguir convencer a família que à data me restar, de que a melhor forma de homenagearem a minha fugaz passagem por este mundo, seja deitar gasolina a um monte de madeira empilhada e atear-lhe fogo, oferecendo assim de bandeja a visão das minhas flácidas peles encarquilhadas a arderem em lume rápido, numa combustão com cheirinho a carne queimada e aquela gordurinha do costume a pingar e a fazer as chamas chisparem.

Para além da dúvida que logo me assoma: se ainda haverá gasolina à venda avulso daqui a uns trinta ou quarenta anos? É esperar que sim. Na verdade, a impraticabilidade desta minha última vontade prende-se apenas com esta questão. Porque a parte do funeral Viking está mais do que decidida. Do ponto de vista legal não sei até que ponto isto levantará problemas, por causa das tangas da saúde pública e tal, mas será uma questão que a minha descendência terá de resolver. Sob pena de não verem a cor das minhas escassas poupanças.

Falava do quê mesmo? Música para um funeral. Abri aqui uma excepção. Vão ser tocadas duas músicas e não apenas uma. Vai ser em loop, mas como vai arder tudo rápido, não vai chatear muito. No máximo vão ficar a lacrimejar dos olhos com o fumo, mas afastem-se do sentido do vento e nem isso incomodará. Nada de Heavy metal, ou gótico lamechas. A banda sonora será um selo de autenticação do “Eu” camaleão. Descobri-a por acaso a ver um fan trailer do Oblivion. E apaixonei-me.

Hysterical Literature

Estava a adorar ler a entrevista ao autor, Clayton Cubitt, a mente por trás deste projecto e de todo o conceito, até ao ponto em que, confrontado com a hipótese de fazer o mesmo projecto com leitores masculinos, o mesmo refere a dada altura que “I don’t think men have quite the same sensual relationship to the written word as women do”.  Não concordo minimamente. Não se consegue ter essa relação com toda a literatura. Não é assim tão linear. Nessa mesma dinâmica, lembro-me perfeitamente de estar a ler o “Sexus” do Henry Miller como quem estava a ler “a Bola”, e estar deliciado a ler os pensamentos do Sal Paradise em relação à Marylou no “On the Road” do Kerouac. Também se poderá dar o caso de ser eu a não estar a perceber exactamente a “sensual relationship to the written word” e estar aqui a mover-me em areias movediças.

O projecto video foi acusado de ser demasiado sexista. É uma opinião. Não a partilho. É um hino ao orgasmo. É um hino à literatura. O sexo também é arte.

Mas não me alongo mais. Uma das entrevistas podem ler aqui. Tal como se quer num bom orgasmo, demorei um bocado a chegar lá, aos videos. Mas cheguei e foi bom. Como num orgasmo. Dos excertos de livros disponíveis à escolha nos videos, coloco aqui o meu preferido:  o ”American Psycho”  do Bret Easton Ellis.

Rhinoceros

Estávamos a subir o íngreme acesso ao Portinho da Arrábida. Como a  variável Calor+Sol+Farnel+Praia ainda vem longe, conseguimos descer com o carro. Fora um belo piquenique. Aproveitar aquele bocadinho de tréguas que a chuva deu foi a minha melhor ideia do mês. A pequena presidiária estava de condicional e por isso aproveitámos. Ganga arregaçada, pé descalço, cheiro a mar, os clichés da praxe. Correr atrás de caranguejos, falhar o pé naquela rocha e lixar um joelho, beber café em frente à Anicha, também foram clichés presentes.

Sempre a tentar incutir coisas boas à mini presidiária, e porque não a podemos sempre deixar ganhar e ouvir Muse constantemente até à exaustão, lembrei-me de ouvirmos o “Gish” dos Smashing Pumpkins. Esta faixa, “Rhinoceros” está lá, e faz deste álbum um dos meus preferidos, mas também, e não sei muito bem porquê, esqueço-me demasiadas vezes disso. E por isso lá fica, no fundo do porta luvas. O abanar constante da cabeça dela, é sempre sinal de aprovação.

Tentei que fossemos ao convento da Arrábida mas para não variar estava fechado. No regresso discutíamos argumentos parvos para filmes e séries. Nada de muito edificante mas que nos faz rir sempre. Eu estava muito orgulhoso do argumento sobre o meu filme porno sobre padres zombies em constantes orgias no convento da Arrábida. Ainda ninguém tinha pensado nisso. Mas às vezes esqueço-me dos pequenos porquês de a ter escolhido como companheira para a vida. Alertou-me de imediato para o facto de não ser nada original. Que os egípcios já tinham pensado nisso. Ísis juntou os pedaços do corpo do amado, Osíris, copulou com o gajo já zombie e não satisfeita, emprenhou dele, nascendo dessa relação Hórus. O meu argumento original caiu por terra, mas por entre gargalhadas, amei-a ainda mais um bocadinho.

A mão que embala o livro

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Apercebo-me agora que de facto este Inverno está a ser mais longo e frio do que é suposto. Não porque tenha mais frio ou algo do género. Nunca fui muito piegas com lamechiches acerca de temperaturas baixas. Dou graças pela minha temperatura corporal me permitir estar sempre bem nesta altura do ano, e ajudar a que terceiros se aqueçam ao colarem-se-me ao corpo. Mesmo à lapa.

Este Inverno vai longo porque já tenho a mão esquerda seca. Como canhoto que sou, carrego sempre nessa mão os meus  Zafons, os meus Ken Follets, e outros básicos que tais. Ando preguiçoso com o que leio, o que querem? Crucifiquem-me mas têm sido os companheiros ideais de viagem nos últimos tempos. Dizia eu que a mão canhota padece de cieiro, e pele seca, enquanto a sua irmã dextra descansa no conforto quentinho do bolso dos casacos e sobretudos. Nem parecem as mãos do mesmo corpo hospedeiro.

Quiseram oferecer-me umas luvas em pele. Recusei. Tentaram que usasse Neutrogena. Não quis. Prefiro assim. Gosto que as minhas mãos não estejam iguais. É quase uma dupla personalidade ao nível do tacto. A esquerda é a do lenhador. A direita é a do cromo que passa oito horas em frente ao computador. Ainda que lá fora chova.

Forever failure

Estou para aqui a ouvir a “Forever Failure”, num Best Of de Paradise Lost.  Já saiu em 2011 cheio das músicas boas deles, mas tudo remasterizado. Não me consigo lembrar em que altura da vida terei deixado de ouvir heavy metal até os meus timpanos sangrarem. É um disfemismo fajuto mas eu ouvia aquilo 24/7. Ou quase. De quando em vez bate uma saudade daquelas e volto a sangrar dos ouvidos.

É mais uma manhã de chuva como têm sido todas as manhãs por aqui. Reparo nisso não porque insista estupidamente em não andar de chapéu de chuva atrás, mas porque ando a comer muitos bolos. O mau tempo faz-me fome e viro-me sempre para os pobres dos bolos. Meço a quantidade de pluviosidade em redor pelo rácio de Jesuítas, Bolas de Berlim, e Rosas que como. Sim o nome é Rosa. Já estou para aqui a salivar. Uma massa folhada fofinha dobrada para dentro em quatro com um creme de pasteleiro do melhor que há. Não sei se existe em outro lado, é provável mas nunca vi. Em frente aos chulos da SPA, na Gonçalves Crespo, fica a pastelaria Mátria. Ide. Ide e perguntai pela doce Rosa. Garanto-vos que não vai aparecer uma cozinheira cabo verdiana. É mesmo um bolo.

A minha amiga hérnia anda a dar sinal de vida novamente. Tenho a perna direita dormente mais vezes do que gostaria. Ando a adiar uma ida ao neurocirurgião. Vai dizer-me o que já sei, que ir à faca é imperativo e quanto antes melhor. Vou empurrando com a barriga. Com a quantidade de bolos semanal que enfardo, mais cedo ou mais tarde este ditado vai ser mesmo uma realidade.

Que querem que vos diga? Para mim um blog também é isto. Vir para aqui falar de merdas que me interessam a mim e a mais ninguém. Se queriam ver aqui opiniões pessoais acerca das merdas que se vão passando por aí, não vão ter. Se queriam aqui odes às Mulheres deste mundo, não vão ter. Se me lêem com atenção, verão que setenta por cento do meu blogue já é por si só uma continua hommage às donne. 

 

 

 

 

35 Invernos

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Este podia perfeitamente ser o título para mais uma obra do Nicholas Sparks ou outra manhosice qualquer. Tem aquela aura de enigma/drama e mistério, ah e tal sobre que é que será e onde é que vai dar. Na minha cabeça teria todas as possibilidades. Atente-se por exemplo à breve comparação com o do João Tordo. O dele só tem um, é Bom,  e vendeu razoavelmente bem. Mas aqui não. Aqui fala-se apenas e só da minha existência. Se fosse um Black Foot no Século XIX, seria já o ancião da tribo, um velho cheio de ossos e penas de águia ao pescoço, vestido com uma bela pele de bisonte e rodeado de belas e jovens squaws a quem já não saberia muito bem o que fazer. No Século XV,  caminharia provavelmente para um daqueles idosos desdentados e maltrapilhos, a pedir um penny nas imundas sarjetas de Londres, a ver passar as camones dondocas a caminho de Picadilly, nos seus vestidos rendilhados e vistosos.

Mas depois vieram os antibióticos e tal. E agora sou um “jovem” de 35 anos. E bateu forte. E agora preciso de umas chapadas na cara para sair deste torpor. Afecta-me mais do que quero admitir. Se fosse um Viking do Século X, já estaria a fazer planos para morrer gloriosamente em batalha em nome de Odin, só naquela de guardar o meu cantinho em Valhalla, ou em alternativa, a escolher o precipício de onde me iria atirar ao mar. Doem-me as costas.

Sobretaxas, Trótski, e as cebolas

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Com um afinco assustador, encontro-me neste preciso momento a fazer as contas para os pagamentos do mês. Primeiro pago ao Piotr, o agiota russo que mora no fundo da rua, na esquina daquele café novo todo pipi com tons fuschia.  Os juros de 23% que ele cobra conseguem ser atractivos. No fundo são empréstimos impossíveis de igualar ali no mercado paralelo do nosso pequeno bairro de proletariado.  Contando que se consiga sempre pagar no fim do mês. A Dona Hermínia falhou no mês passado e o Piotr atropelou-lhe o Rex. No fundo o bairro agradeceu. O Rex fartava-se de morder nos miúdos e estava sempre a tentar acasalar nas pernas alheias. Mas a Dona Hermínia ficou inconsolável e aprendeu a lição. E pagou com juros e tudo.

Fiz uma pequena pausa para ir mondar ali o cebolo. Tenho um plano que creio ser infalível. Depois de juntar sacos de cebolas, vou vendê-las na rua. Toda a gente usa cebolas para cozinhar e se forem como eu, só reparam que se acabaram as cebolas quando forem à despensa e não houver nenhuma. Vou repor os stocks nacionais de cebolas das despensas portuguesas. Mas divago, desculpem. Baby steps, baby steps. Primeiro a rua, depois o bairro, de seguida o mundo. Existem sempre riscos, claro está. Na Rússia de Trótsky e Kamenev, os espiões alemães usavam muitas vezes o disfarce de vendedores de cebolas para circularem livremente por Petrogrado. A maior parte era catada pelo Exército Vermelho e fuzilada. Aqui na rua ainda não existe Exército Vermelho, mas andam uns tipos a fiscalizar se os vendedores de rua passam ou não factura. Mas é um risco calculado, e pela minha sobrevivência tenho de arriscar.

Depois vou tentar juntar todos os cêntimos para tentar pagar aos guardas da prisão infantil. A Irina Ivalova olha-me sempre de soslaio quando lhe entrego todas as moedas. Dá um chuto na mini presidiária Nº77 e encaminha-a para a cela Nº3. Volta o olhar para mim, aproxima-se, sussurra-me, e no seu hálito reconheço de imediato as minhas cebolas: “tovarich troll, estamos novamente sozinhos e se quiser que a sua mini presidiária continue a ter aquela carinha angelical, é bom que me apague este fogo outra e outra vez”. Eu,contrariado mas resignado à minha triste fortuna, apago. E apago. E apago. É praticamente impossível afirmar com certeza o que se passa naqueles momentos. Sinto-me sempre violado, mas a cabra da Irina lá fica, sentada em cima do seu enorme cu, placidamente a fumar Gauloises.

Tento sempre que me sobrem algumas moedas para comer. Não posso estar constantemente a comer cebolas. Começo a a pensar que a quantidade de cebolas que ando a comer, estará intrinsecamente ligada à falta de fazer o amor. “- E a Irina” ? Dirá o atento leitor. Bem,  aquilo é sexo. Do mau. Por isso não conta e tenho vergonha que alguém no bairro descubra e me delate à Comissão dos Bons Valores e Costumes Do Glorioso Povo, um soviete especial criado pelo marido da Irina. A ironia, meu Deus, a ironia. Batatas. Tenho de começar a pensar em plantar batatas. Também faltam sempre na despensa, e a existirem, estão sempre greladas.

 

La Perla

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No rescaldo do dia de ontem, o tal do tipo que deu uma queca tão boa na cega que ela recuperou a visão, e que na verdade a malta anda a comemorar uma bem dada, ressalvo apenas duas situações que me parecem pertinentes, sendo que de outro modo, nunca falaria deste dia. Ao acompanhar um colega de trabalho a uma loja de lingerie chamada La Perla, ali na Rua Castilho, dei-me conta que o cliché das prendinhas neste dia estão imensamente overrated. Certo, já sabia, mas apeteceu-me falar do assunto. Acompanho com frequência as visitas a este tipo de estabelecimentos, sendo que acabo por ser parte interessada. Opino, ajudo na escolha, reconheço que as tanga são muitas giras e sexy e tal, mas que no dia a dia serão desconfortáveis como o raio, sim, levas antes estas que são de algodão e confortáveis, e até têm uma rendinha à frente e tudo. E pago. Faço questão de pagar porque gosto de ver. É mais ou menos como pagar por um peep show caseiro.

Mas na La Perla este conceito muda. Sim aquilo é tudo muito bonito e agradável ao olhar. Mas 170 euros por uma lingerie parece-me um exagero. Ninguém me garante que a mesma miúda do Bangladesh que coseu os soutiens da La Perla, não tinha minutos antes acabado a remessa da Intímissi. Asseguraram-me que não, que não é um valor assim tão exagerado, que caro é o que se paga bastante por Chantal Tomass, mas porra!! 170 euros!! “de seu valentim” só queria comer a cega, por amor de Deus!!

Como não quis ficar como mais um que não quis comemorar, fui comer o melhor chicken tikka masala da Margem Sul, no restaurante mais suis generis que conheço. Aquela saborosa comida Indiana, no restaurante com a pior decoração chinesa de sempre, enquanto ao lado um casal apaixonado comia uma Pizza al prosciutto cotto. True story. E pronto, foi só um desabafo. Agora vão trabalhar.