Dead pixels

tablet

 

Ia começar este post com uma pequena prelecção acerca do que têm sido estes últimos dias, mas mudei de ideias. Assim como a vossa vida flui, repleta de pequenas merdinhas que não interessam a ninguém, o mesmo acontece comigo. Como por exemplo a estúpida linha vertical de pixeis mortos que me apareceram do nada no tablet. Repare fiel leitor, que sou um coninhas no que aos meus gadgets diz respeito. Se a televisão da sala tem dedadas, torço o nariz e vou buscar logo o produto xpto para limpar. Foi com natural tristeza que me apercebi do infortúnio do meu pequeno sete polegadas, fiel depositário de muitos dos rascunhos que originaram posts neste blog.

Ali em cima podem ver a eficiência da DHL e da ASUS. Ninguém me está a patrocinar o post, mas quando um tipo é bem tratado e sai com um final feliz, não custa nada partilhar com os outros, de como a coisa foi boa. Isso e os equipamentos ainda estarem na garantia. Em menos de 24 horas o gajo faz: Lisboa/Bélgica/Eslováquia/República Checa. Mais em 24 horas do que eu nos últimos três anos. Como diria um sábio, as coisas são como são.

Como um mal nunca vem só, ando com algumas dificuldades em terminar o “Leão, o Africano”, do Amin Maalouf. Estive demasiado tempo a ler policiais. Sim, sim, eu sou um gajo de gostos simples. Devia ter ido para o “Samarcanda”, disseram-me que é melhor. Isto tudo porque no século passado li “As Cruzadas vistas pelos Árabes” e gostei. Nem sempre voltar a algo onde foste feliz é uma boa aposta.