A curious case of inner satisfaction

Antecipo a repetição de uma nova fase em algumas semanas. Muito poucas. Agora mais conhecedor, ligeiramente mais sábio no que ao tema diz respeito, sinto-me capaz de levar a bom porto esta nova demanda. Mas os níveis de ansiedade também aumentam e quando isso acontece viro-me para o Doom. Sei que vai tudo correr bem mas sou um crónico pessimista. O mid tempo acalma. A mim pelo menos. Estes WindHand são um caso aparte. Não são doom mas parecem, consideram-se orgulhosos stoners . Mas se me fixar nos acordes e na melodia da voz, consigo ouvir o gótico dos Type O Negative, e o refrão parece ter sido sacado pelo Billy Corgan na sua melhor fase grunge.

Gostava de ter tempo para escrever amiúde aqui, mas a verdade é que não me apetece. A desculpa oficial até podia ter sido:

a) andar nos últimos três meses a escrever artigos pagos para sites de turismo, algo que me deu contido prazer

b) Perdi-me na subida ao Naranjo de Bulnes e durante todo este tempo sobrevivi comendo apenas nutritivas caganitas de cabras selvagens enquanto bebia, sôfrego, o leite das suas pequeninas tetinhas.

c) Fui convidado para ir pescar caranguejos gigantes no Alaska, ali para os lados das Aleutas. Gostaram tanto da minha técnica que me convidaram para voltar no próximo ano.