As minhas houri

Eram para mim o equivalente ás 72 houri dos muçulmanos. Com a diferença que seria aqui muito difícil imaginá-las virgens. Ainda assim era quantas vezes elas quisessem. Da fria Suécia chegavam aos meus ouvidos, em meados de 1997, as Drain, uma espécie de Alice In Chains com mamas e cabelos bem tratados. Cheguei a copiar descaradamente o riff de uma das músicas delas, e secretamente desenvolvi uma tórrida  e platónica paixão pela vocalista Maria Sjöholm até ao dia em que me soube trocado pelo Tony Iommi, o eterno guitarrista de Black Sabbath. Maria, nunca chegarás a saber que te teria dado o mundo. Mas sem ser em pacotinhos como o outro.

9 thoughts on “As minhas houri

  1. Não deves ter perdido nada. Uma gaja que se apaixona pelo Iommi deve ter uma pancada qualquer e bem forte. Só lhe faltava querer o Osbourne para padrinho à espanhola. (cada vez que ouço o IV e depois vejo no que os Sabath se transformaram, só me apetece dar um tiro naqueles gajos)

    • Alexandra, o problema do Layne é que certamente fazia umas linhas a mais.
      É provável que conheças. Quando a MTV ainda passava alguma coisa de jeito, este e outro videoclip passavam com alguma frequência.

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