Belém, 30 de Junho, ano da Graça de Nosso Senhor de 2013

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O Panda faz playback, as miúdas que apresentam deviam ter a boca fechada a mascar chiclete. Valeu por duas ou três MILF’s jeitosas, e aqui pelo bucha da foto que bebe demasiadas gasosas. Tive receio que ao tirar a foto ele me visse, mas continuou sempre a curtir, alheio à sua própria chunguice. Fiquei com comichão nas pernas de estar sentado na relva, a mini presidiária delirava em êxtase, embrenhada na selva. Dei por mim a matutar, interrompido apenas por um encontrão em sobressalto, da real necessidade de um estudo, da imensa profusão de chinelo e salto alto.

Um brisa soprava leve, trazendo consigo almíscar e sovaqueira, uma jovem de tattoo Hello Kitty embalava o rebento, que num pranto nos moía a mioleira.

Encontrado o pretinho perdido, quiçá distraído pela palhaça de mamas empinadas, devolve-se o pretinho à mamã, que o recebe com carinhosas chapadas.

Do alto do insuflável da girafa, a miúda chorona e medricas acena ao papá, o gajo salta lá para dentro para “salvar” a filha, e faz uma cena de cacaracacá.

Como experiência social, o Festival Panda é fixe, cabem lá todos os extractos, desde o pauvre ao riche. 🙂

 

 

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