Better late than never

À sua frente estavam as escadas que lhe iriam permitir sair da escura e húmida cave. Aos apalpões, o nosso herói decide-se por parar momentaneamente junto à parede viscosa que acabou de apalpar. Câ nojo!! Tenta adaptar a visão ao breu. Não é fácil. Sobretudo não dar passos em falso, isso podia deitar tudo a perder. E é tão fácil falhar um passo que se quer em frente. Acima de tudo nas caves onde o espaço é curto. O ar que lhe sai dos pulmões condensa-se em contacto com o frio, e um leve vapor assoma-se-lhe aos olhos. Isto é apenas possível porque o vislumbre de uma luz surge uns três metros à frente. Ténue, mas suficiente para lhe dar esperança.

Vou sair da cave. Já é mais do que tempo.

 

Gosto muito da música ali de cima. Da miúda também.

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