Quando for grande quero ser como o Bourdain

Vou tentar colocar as coisas desta forma: se o Bourdain, de repente, criasse a doutrina Bourdainista, se decidisse criar uma religião, eu era gajo para sair do meu armário agnóstico e converter-me. Sem espinhas.

Adoro o tipo. Adoro a forma descomprometida como aborda e desmonta o pretensiosismo da “haute cuisine“.  Adoro o wit dele mesmo nas ocasiões em que grande parte de nós ficaria envergonhada. E não tem qualquer pudor em soltar a bela da caralhada quando a razão lhe assiste. Como eu.

É óbvio que uma pontinha de inveja anda sempre no ar. O tipo viaja, come, bebe, goza o momento como poucos, e ainda é pago por isso. Mas merece.

Tenho andado a namorar isto:

Se calhar compro. Já saiu em Março em Portugal, (com um ligeiro atraso de 10 anos), mas ninguém se lembrou disto para mim no Natal. Infiéis!!. É o mais próximo da Bíblia que ele já escreveu. E eu que em tempos idos li a original, é provável que vá gostar bastante mais desta. Que irá estar na mesa de cabeceira isso é certinho.