“Foi mais forte do que eu, assim que as vi, tive de as possuir.”

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Um blog serve o propósito que lhe quiserem dar. Este em particular, durante mais de um mês, não sentiu necessidade de partilhar o que quer que fosse. Por não querer, por estar farto, porque, porque. Hoje não foi um desses dias.  Comecei a traçar planos para voltar ao trekking já no próximo fim de semana, e decidi partilhar aqui as minhas novas amigas. Se Dom Pipoco por cá passasse, iria por certo reparar que são as botas perfeitas para uns belos crampons. Creio ser uma paixão em comum. Pelo menos para mim são.

Agora com licença que vou ali estudar uns trilhos.

 

 

 

10 thoughts on ““Foi mais forte do que eu, assim que as vi, tive de as possuir.”

  1. Pipoco, cedo alarguei o conceito de “paixão por botas” a todo o meu calçado. Seja bota, seja botim. Não consigo calçar mais nada. 🙂

  2. Essas botas têm aspecto de permitir andar sobre uma cidade pós-nuclear, sobre lava incandescente, no ártico, nos pirinéus por cima de uma avalanche… Eu comprei uns ténis para trail em goretex mas só dão mesmo para quando está frio e chuva, porque o goretex aquece um bocado :\ E trail running, não te diz nada? Anda lá treinar para fazermos o Tor Des Geants um dia! http://www.tordesgeants.it/

    • Tolan, vai-me custar imenso habituar-me a chamar-te Lourenço. 🙂

      Estas botas são o culminar de 2 meses de pesquisas e comparativos em sites e fóruns. Ah, e 4 euros acima do budget, logo sem grandes derrapagens no custo final.
      Realmente o goretex talvez vá chatear no Verão, mas será sempre uma questão de meias adequadas. No fim de semana passado soube muito bem tê-las nos pés a subir desde a Plataforma de Travieso na serra de Béjar, até ao Calvitero/Torreón. Sem crampons, que esses ainda têm a aquisição pendente de mais pesquisas.

      Com o trail posso eu bem, a parte do running é que me chateia. 🙂

  3. Eu também vou a trails, a nível oficial estreio-me no dia 25 de Abril – Vai ser uma espécie de revolução, mas creio que em termos dos atritos a que vou ter direito. Portanto, com o calçado do trekking ainda me identifico, já o outro botim, faz de mim o pelintra que sempre fui mas que cuido em disfarçar com palavreado 😉

    • Mak, vais ao trail do Calhandriz? 🙂

      Os outro botins que não dão para trekking vieram a um preço muito convidativo, cortesia do ebay espanhol. Sim, porque aqui, pelintra também é o nosso nome do meio. 🙂

  4. De que marca é isso? Eu sou grande fã das Chiruca. Os crampons que tenho comprei em 2ª mão numa loja em Bejár (ou perto de Bejár, já não me recordo bem) e ficaram bem em conta.

    E não digas mal do Gore-Tex,se fazes favor 😉

    • Francisco!! Long time no see. 🙂

      Ou eu é que ando a escrever pouco. Nada, vá.

      São da Salewa. Estive indeciso entre estas, umas Asolo, e umas Bestard que saíam do orçamento. Foi uma escolha acertada. Estou muito satisfeito com elas. Só falta testá-las com crampons. Chiruca conheço pouco.
      Devo voltar a testá-las a sério em Junho, em Monfragüe.

      Adorei toda aquela zona. Não conhecia. Para o ano, faço base em Candelario e faço trilhos por ali. São tantos e bons.

  5. Candelário é bem fixe. É onde fico quando para ali vou.

    Chiruca é marca espanhola. Muito boas, acredita.
    http://www.chiruca.com/public_home/ctrl_home.php

    Quando preciso de comprar botas aproveito o passeio a Espanha e pimbas 🙂

    Tens de tentar a subida ao Almanzor, mas isso tem mesmo de ser com crampons.

    E eu é que tenho andado arrediço aqui do teu blog. A ver se volto a comentar com mais frequência.

    Abraço

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