Massajador facial portátil

Londres, século dezanove. Um jovem médico desempregado aceitar trabalhar com um médico que acredita curar a “histeria” feminina manualmente. As peripécias são mais que muitas. É difícil dizer algo mais sem spoilar a coisa. Mete uma descoberta eléctrica pelo meio. Toda a Internet o diz, por isso não é spoiler. Gostei bastante mais quando descobri que é baseado em factos reais. É light, está bem realizado, e dá para passar uma hora e meia descontraído.

The Debt

“Dame” Helen Mirren num excelente registo. O gajo do Avatar, e a gaja loura das mamas grandes do “The Help”. Uma dívida de trinta anos por pagar, um segredo que ameaça ser revelado. Um bom filme de um realizador que nos habituou a registos mais lamechas como “A Paixão de Shakespeare” ou “O Capitão Corelli”.

Os fins de semana servem para isto. E para coçar os tomates. Servem também para ir beber café à praia, rodeado de trintonas e quarentonas que aguardam pacientemente a chegada dos bravos maridos/namorados surfistas. Levantam os olhos constantemente dos livros que andam a ler para me galarem. Sei disso porque também estava a olhar para elas. A capa branca impede que consiga ler o autor, mas como presumo sempre que os sorrisos nunca são para mim, acredito piamente que seria um Nicholas Sparks. A temperatura da água parece-me sempre melhor que no Verão, mas não arrisquei mais do que pés molhados.

15 thoughts on “Massajador facial portátil

  1. Eh pá, és um ganda convencido. Lá porque as mulheres olham para quem passa, no caso tu, já te estão a galar? Se passar um anão, elas também olham, já viste?
    Toma! 🙂

  2. Eu tenho sempre uma porrada de filmes em falta para ver, mas depois mete-se tanta coisa pelo meio do fim-de-semana que acabo por raramente ver um.

    O Hysteria parece-me bem. Pelo menos é sobre um assunto que conheço. 🙂

  3. Já na praia?
    Dos filmes nao conheço nenhum, ouvi falar no primeiro ha uns tempos (chamou-me a atençao porque gosto da atriz). O segundo nem sei o que é.

    As trintonas são assim, galam sem que ninguem tenha a certeza e escondem-se dentro da mitologia social que diz que elas passam os dias a recolher gatos abandonados das ruas. So elas sabem que atras da capa Nicholas Sparks estava a “casa dos budas ditosos”. E de certeza que os sorrisos eram para ti Troll, certeza absoluta, nós os teus leitores sabemos que os teus six pack poem quaquer Brad Pitt num canto, e que um potencial de Angelina Jolie detecta os six packs a quilometros de distancia.

    • Eish….freeculture, levas a frase que leste no pacote de café longe de mais. “Vai onde te leva a imaginação”. 🙂

      Six pack? I wish. O único six pack com que frequentemente me deparo, não são os meus à frente do espelho. É em frente do frigorífico e são as minis. 🙂

    • Ahh…e para algo completamente diferente… 🙂
      Areinho é outra onda, du. Actualmente acho que já não era gajo para mergulhar ali. Mas eras frequentador?

      • longe de mim avacalhar um post teu pá.

        não era frequentador do areinho enquanto praia. aquela água sempre me pareceu pouco… digna, digamos.
        mas passei lá muitas vezes a ver aquela espécie de tendas voar.

  4. Gostei do trailer Hysteria! Vou ver se consigo ver esta semana…Londres e o século onde se relata a história fascinam-me e sendo baseado em factos reais, melhor.

    Também sou das que sorriem ao ler…imagino agora se alguém pensava que era uma forma de “galar” ou de insinuar seja o que for…

    Nós (eu) vivemos um pouco o que lemos e nessas alturas acho que só estamos fisicamente presentes, porque a mente vai bem mais longe…

    • Sol, para mim, tudo o que implique corpetes, tem no mínimo o beneficio da dúvida. -_-

      A face que me sorriu olhava para mim, não para o livro. 🙂 E como já disse antes só o vi porque olhei em 1º lugar. Mas era de tudo. O Sol, a brisa. Na volta o marido surfista estava ao longe e eu apenas no campo de visão. 🙂

    • Confesso, Anna Blue, sou mais coninhas com água fria do que gostaria de admitir. Mas também não ia preparado para tomar banho, logo tê-lo feito de boxers teria sido um espectáculo deprimente. 🙂

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