The Number Of The Beast

Voltei a falar com ele ontem ao fim do dia, quando já tinha sentado o cu para ver religiosamente o nono episódio da segunda temporada do Game of Thrones. Para além de ser uma das poucas séries que tento seguir religiosamente, este até é realizado pelo Neil Marshall, um tipo que me ficou na retina desde o “Centurion“, apesar de achar que devo ter sido o único tipo a gostar do filme. Adiante. Era o meu momento Zen e ele conseguiu estragá-lo. O Joe telefonou-me. Já se passaram cinquenta e um dias desde que verbalizamos algum tipo de conversa de circunstância com o mínimo de coerência, e por imposição de uma reunião familiar. Este acaso dá-se apenas porque estava sem Internet lá onde quer que se encontra neste momento. Acho que é no Luxemburgo. Precisava com urgência de comprar um bilhete de avião com um daqueles preços irresistíveis e lembrou-se de mim. Muito conveniente. Fucker. Cinco minutos depois, bilhete comprado, número de reserva enviado por sms e ainda em posse dos dados do cartão de crédito dele, foi a muito custo que não comprei qualquer coisa para mim. Mas o nono episódio chamava por mim. Sou um Geek que já leu todos os volumes editados para Portugal, mas ainda assim gosto bastante daquela treta.

De tudo aquilo que me consigo lembrar dele, que me possa ter influenciado e marcado, para além da porrada, foi ter levado lá para casa o vinil do “The Number Of The Beast” dos Iron Maiden. Sempre que ele o ouvia, eu ouvia, e a vizinhança quer gostasse quer não, também. Actualmente não ouço a malta do Eddie. Mas ainda sou capaz de trautear a letra da faixa que dá o nome a este álbum.

12 thoughts on “The Number Of The Beast

  1. Ora aí está logo que nunca me apanharias a ouvir, nem que me apertassem os tomates com força. Já quanto à Guerra dos Tronos, ainda ando a ver a 1ª série. Infelizmente, os sacanas da Zon não têm esse canal!

    • Também nunca gostei Vic, mas na altura não conhecia muito mais. Ou era isso ou The Cure. Era o que ele trazia. Numa aldeia e ainda a anos luz da Internet, Maiden até era uma coisa fixe. Tirando os ténis bota enormes e brancos que nunca compreendi 🙂

      A série é fiel q.b. aos livros e tem alguns bons actores. Se se mantiver assim, também me terá fã.

      Ps- O que é que se passa com o teu blogue? Sempre que entro manda-me em segundos para uma página externa da ZON. Curioso teres falado nos tipos. Mais ninguém se queixou disso?

    • Iron Maiden iniciaram muita gente, Alexandra. Então de groupies aquilo era um fartote. 🙂
      Mas ouvi aquele álbum até à exaustão.

  2. Tive um namorado que usava aqueles ténis à anos 80. Esse heavy metal nunca me disse muito, confesso. 🙂

    Já a cena dos irmãos…acontece com mais frequência do que possas achar. Conheço tantos casos de irmãos que não se dão. E em Évora até os atropelam. 🙂

    • Uns com mais sorte, outros com menos. Já não me martirizo com isso. A distância ajuda. 🙂

      Ps…essa de Évora é mesmo gore 🙂

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